Deveria ser proibida a entrada da nostalgia logo pela madrugada, sim ninguém merece estar prestes a dormir e se deparar com o sentimento de angústia e logo em seguida procurar uma maneira instantânea de afastar isso do coração e da cabeça. Sinceridades a parte minha tristeza momentânea se deve a bobagens sim, mas bobagens que há um pingo de razão, exatamente; tenho motivos o suficiente para interpretar de tal maneira o que me ocorreu. Seria precipitação vinda da minha parte? Até seria, se as mesmas não fossem tão constantes e transparentes. Ouvi da própria pessoa um “não envolvimento”, mas existem argumentos o suficiente para validar esses fatos, me parecendo tornar uma o que? Adivinhem uma otária, mas otariedade nunca fez meu tipo, no fundo ele sabe. Pode subestimar qualquer qualidade minha, mas sou inteligente o bastante pra qualificar as coisas entre primeiras e segundas intenções. Num mundo tão aberto, me faço de boba o suficiente pra fingir que acredito nesse “não envolvimento”, digo isso porque eu sei que 89,9¨% dele é reciprocidade, mas e os outros 10,1% queria eu saber por que tanta camuflagem, se nunca houve um pingo de cobrança sobre minha parte, que, aliás, nunca influenciou muito. Mas espere um segundo... Isso tudo pode ser um grande engano, que infelizmente não é o que parece. Entretanto não é agora que irei me preocupar, porque as pessoas de hoje em dia são tão inconstantes, que futuramente posso me tornar uma delas, diria que até com esses sentimentos foods, onde se apaixona fácil, se ama fácil, juras de amor acontecem quando menos esperamos. É o mundo em si, está banalizando o amor e seus derivados, em exclusivo o mundo dos homens, onde ter vários “amores” e somente um ter atenção suficiente, mas sempre em segundo plano é o must. É mas raciocinando segundo plano tem suas possíveis beneficências, tais como nos leva a crer que se somos o segundo plano, há a certeza que de que o primeiro ou não deu certo ou não foi suficiente o bastante, e se todos os primeiros planos sempre são renovados e segundo está sempre ali na espreita, mostra que o segundo não é um segundo qualquer, porém é camuflado, que serve talvez como um estepe. Mas lembre-se que um estepe, está ali sempre pra ajudar e pra prevenir. Podemos distinguir como estepe quando somos reféns de um amor que muito nos tem, muito nos usa, mas pouco nos revela. Mas isso é amor? Aos olhos de muitos sim, mas reprimido, encabulado que prefere a privacidade ao invés de sair por ai falando e mostrando “é ela que eu amo, é ela que eu quero” se bem que isso seria lindo, mas o que iria valer? Muito, nada? É... são teorias difíceis de explicar e difícil também de entender se as mesmas existem no nosso tipo de amor. Mas fora a isso, não vou me descabelar, chorar, nem procurar entender toda essa história, mas eu só queria achar o tanto que me escreve se é tudo real, se eu posso acreditar. Bem, não queria falar sobre amor nem relacionamentos, mas dá? Acho que não, muitas mulheres vivem nesse emocional amoroso, que pessoas nada melancólicas constroem para nós. Aiiii como é difícil, ser mulher, adolescente ingressando na maior idade, ter conflitos amorosos. Quer saber seria interessante possuir um tico, não ter sentimentos (esses guardados), possuir várias mulheres, saber que sempre vai haver um leque a disposição e poder usufruir de uma liberdade abaixo de algumas pequenas mentiras e quem sabe enrolações. Creio que isso é meio sonhador, mas seria extremamente fácil uma vida assim, ai homens que inveja. Mulher, homem e amor, são raros os casos que dão certo. O meu ainda não deu, eu disse a-i-n-d-a, fica a dica. E eu não vou aprisionar nunca, nem nada, nem ninguém, nem palavras, nem sentimentos, por culpa de um terceiro que se sente incomodado.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Sad night.
Deveria ser proibida a entrada da nostalgia logo pela madrugada, sim ninguém merece estar prestes a dormir e se deparar com o sentimento de angústia e logo em seguida procurar uma maneira instantânea de afastar isso do coração e da cabeça. Sinceridades a parte minha tristeza momentânea se deve a bobagens sim, mas bobagens que há um pingo de razão, exatamente; tenho motivos o suficiente para interpretar de tal maneira o que me ocorreu. Seria precipitação vinda da minha parte? Até seria, se as mesmas não fossem tão constantes e transparentes. Ouvi da própria pessoa um “não envolvimento”, mas existem argumentos o suficiente para validar esses fatos, me parecendo tornar uma o que? Adivinhem uma otária, mas otariedade nunca fez meu tipo, no fundo ele sabe. Pode subestimar qualquer qualidade minha, mas sou inteligente o bastante pra qualificar as coisas entre primeiras e segundas intenções. Num mundo tão aberto, me faço de boba o suficiente pra fingir que acredito nesse “não envolvimento”, digo isso porque eu sei que 89,9¨% dele é reciprocidade, mas e os outros 10,1% queria eu saber por que tanta camuflagem, se nunca houve um pingo de cobrança sobre minha parte, que, aliás, nunca influenciou muito. Mas espere um segundo... Isso tudo pode ser um grande engano, que infelizmente não é o que parece. Entretanto não é agora que irei me preocupar, porque as pessoas de hoje em dia são tão inconstantes, que futuramente posso me tornar uma delas, diria que até com esses sentimentos foods, onde se apaixona fácil, se ama fácil, juras de amor acontecem quando menos esperamos. É o mundo em si, está banalizando o amor e seus derivados, em exclusivo o mundo dos homens, onde ter vários “amores” e somente um ter atenção suficiente, mas sempre em segundo plano é o must. É mas raciocinando segundo plano tem suas possíveis beneficências, tais como nos leva a crer que se somos o segundo plano, há a certeza que de que o primeiro ou não deu certo ou não foi suficiente o bastante, e se todos os primeiros planos sempre são renovados e segundo está sempre ali na espreita, mostra que o segundo não é um segundo qualquer, porém é camuflado, que serve talvez como um estepe. Mas lembre-se que um estepe, está ali sempre pra ajudar e pra prevenir. Podemos distinguir como estepe quando somos reféns de um amor que muito nos tem, muito nos usa, mas pouco nos revela. Mas isso é amor? Aos olhos de muitos sim, mas reprimido, encabulado que prefere a privacidade ao invés de sair por ai falando e mostrando “é ela que eu amo, é ela que eu quero” se bem que isso seria lindo, mas o que iria valer? Muito, nada? É... são teorias difíceis de explicar e difícil também de entender se as mesmas existem no nosso tipo de amor. Mas fora a isso, não vou me descabelar, chorar, nem procurar entender toda essa história, mas eu só queria achar o tanto que me escreve se é tudo real, se eu posso acreditar. Bem, não queria falar sobre amor nem relacionamentos, mas dá? Acho que não, muitas mulheres vivem nesse emocional amoroso, que pessoas nada melancólicas constroem para nós. Aiiii como é difícil, ser mulher, adolescente ingressando na maior idade, ter conflitos amorosos. Quer saber seria interessante possuir um tico, não ter sentimentos (esses guardados), possuir várias mulheres, saber que sempre vai haver um leque a disposição e poder usufruir de uma liberdade abaixo de algumas pequenas mentiras e quem sabe enrolações. Creio que isso é meio sonhador, mas seria extremamente fácil uma vida assim, ai homens que inveja. Mulher, homem e amor, são raros os casos que dão certo. O meu ainda não deu, eu disse a-i-n-d-a, fica a dica. E eu não vou aprisionar nunca, nem nada, nem ninguém, nem palavras, nem sentimentos, por culpa de um terceiro que se sente incomodado.
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